Grupo Sigatel: 30 anos de telefonia empresarial

Grupo Sigatel 30 anos

Grupo Sigatel 30 anos conectando empresas: a história do Grupo dentro da história da telefonia

Em 1876, Alexander Graham Bell patenteou um aparelho capaz de transmitir a voz por um fio. Mal sabia ele onde aquela invenção chegaria. Cento e cinquenta anos depois, a voz viaja pela internet, atravessa o país na nuvem e chega até identificada na tela do celular de quem recebe a ligação. O telefone de Bell completa 150 anos em 2026. É também o ano em que o Grupo Sigatel completa 30.

Trinta anos conectando empresas não é só uma data para pendurar na parede. É a história de um grupo que acompanhou, e muitas vezes puxou, a maior transformação já vivida pela comunicação empresarial no Brasil: a travessia do fio de cobre até a nuvem. Esta é a história do Grupo Sigatel, contada dentro da história da telefonia que mudou tudo.

 

Quem é o Grupo Sigatel?

Um grupo paranaense de comunicação empresarial, nascido em Ponta Grossa, formado por duas empresas que se completam. A Afras, de equipamentos, instalação e assistência técnica, e a Sigatel, a operadora de telefonia licenciada pela Anatel.

Essa dupla conta a própria evolução do grupo. Começou com as mãos no equipamento e no cabo, e chegou à operação de uma rede de telecomunicações própria. Hoje a Afras cuida da infraestrutura e do atendimento técnico, e a Sigatel é a operadora que entrega linhas, central em nuvem e serviços sobre a rede. Uma faz a ponta física, a outra faz o serviço. Juntas, entregam a comunicação de ponta a ponta.

É um arranjo raro no mercado. A maioria das empresas de telecom ou vende só o equipamento, ou só o serviço. O Grupo Sigatel nasceu das duas pontas, e é isso que explica a proximidade com o cliente e o jeito de resolver problema olhando a operação inteira, e não um pedaço dela.

 

Como tudo começou, em 1996?

Com a Afras, instalando e dando assistência técnica a centrais telefônicas em Ponta Grossa. Era a época do telefone de cobre, da conta imprevisível e do interurbano caro. Comunicar-se bem já era um diferencial competitivo, e poucos levavam isso a sério.

Para entender 1996, vale lembrar o Brasil daquele momento. A telefonia ainda era estatal, cara e escassa, e uma linha telefônica chegava a ser um bem que se comprava e se revendia. Dois anos depois, em 1998, a privatização do sistema Telebrás mudaria o jogo e abriria o mercado. Foi nesse cenário de virada que a Afras decidiu viver de uma coisa só: fazer a telefonia das empresas funcionar, com a mão na massa, central por central.

Essa origem deixou marca. Antes de ser operadora, o grupo foi quem subia na escada, puxava o cabo e configurava o ramal. Essa memória técnica é o que, até hoje, diferencia um fornecedor que entende de verdade da operação de quem só revende um plano.

E não era pouca coisa manter uma empresa viva naquele começo. O setor passava por mudança atrás de mudança, do monopólio estatal à abertura, da escassez de linhas à explosão do celular. Cada reviravolta dessas derrubou muita empresa de telecom pelo caminho. Atravessar os primeiros anos, num dos mercados que mais mudou no país, já era um feito que poucos dos que começaram junto conseguiram repetir.

 

Quais foram as viradas de três décadas?

Quatro momentos resumem a trajetória: o nascimento em 1996, a entrada no serviço de telefonia em 2002, a expansão para engenharia de redes em 2008, e a virada para operadora licenciada, como Sigatel, em 2022. Cada passo acompanhou uma mudança da própria telecomunicação.

 

Marcos do Grupo Sigatel de 1996 a 2026 em uma linha do tempo
Marcos do Grupo Sigatel de 1996 a 2026 em uma linha do tempo

A linha do tempo abaixo resume os marcos do grupo.

Ano Marco do Grupo Sigatel
1996 A Afras nasce em Ponta Grossa, com instalação e assistência técnica de centrais telefônicas
2002 Surge a Afrasystem, que passa a fornecer também o serviço de telefonia
2008 A atuação se amplia para a engenharia de redes de voz e dados
2022 A Afrasystem se torna Sigatel e passa a operar como operadora licenciada pela Anatel
2026 O Grupo completa 30 anos conectando empresas, no mesmo ano em que o telefone faz 150

 

Repare que cada marco do grupo coincide com uma virada do setor. A entrada no serviço, quando a telefonia se abria. A engenharia de redes, quando voz e dados começaram a convergir. E a virada para operadora, no momento em que a telefonia empresarial deixou o cobre e foi para o IP. O grupo não assistiu a essas mudanças de longe. Ele se reinventou junto com elas.

 

Como a telefonia empresarial mudou nesses 30 anos?

Mudou de base. Saiu do par de cobre, preso a um cabo e a uma central física, e foi para a nuvem, rodando sobre a internet. A voz virou dado, o ramal virou aplicativo, e a conta imprevisível deu lugar a um custo planejado.

Os números contam essa travessia. Segundo a Anatel, a telefonia fixa em fibra superou a de cobre já em outubro de 2022, e o cobre hoje é minoria absoluta no país. A velha linha analógica, que foi a espinha dorsal das empresas por décadas, virou tecnologia em extinção. Contamos esse movimento em detalhe no artigo sobre a evolução da telefonia empresarial.

Para o grupo, essa mudança não foi ameaça, foi vocação. Como nasceu dentro da tecnologia nova, sem o peso de uma rede de cobre antiga para sustentar, pôde migrar rápido e levar as empresas junto. É o que o CEO chama de operadora de vanguarda, um ponto que ele detalha na entrevista sobre a revolução da telefonia IP.

 

O que a reinvenção da linha fixa tem a ver com essa história?

Tudo. O fim do cobre é o capítulo mais recente dessa transformação, e é onde a experiência de 30 anos vira vantagem concreta para o cliente que precisa migrar sem traumas.

A desativação da rede de cobre foi destravada pela mudança de regime das concessões, pela Lei nº 13.879/2019. Milhares de empresas foram obrigadas a migrar da linha analógica para o IP, muitas às pressas. Quem viveu as viradas anteriores do setor atravessa essa com método, preservando o número pela portabilidade e reaproveitando o que dá do parque instalado. É o que tratamos no guia sobre migração de telefonia empresarial.

Trinta anos de prática ensinam uma coisa que nenhum catálogo ensina: migração é hora de proteger a operação do cliente, não de empurrar pacote. Essa é a diferença entre quem já fez a travessia muitas vezes e quem está aprendendo agora, na conta do cliente.

 

Da voz ao atendimento digital, qual foi o salto mais recente?

O salto de tratar comunicação como um sistema, e não só como linha telefônica. A voz na nuvem passou a conviver com os canais digitais, e o atendimento virou parte da estratégia do negócio, não um custo de bastidor.

Hoje o grupo entrega um ecossistema. O Cloud PABX como central inteligente de voz, o ChatSystem organizando WhatsApp, Instagram e webchat, e o atendimento omnichannel para quem precisa unir tudo numa operação só. A mesma empresa que instalava central nos anos 90 agora desenha a arquitetura de atendimento de companhias inteiras, incluindo órgãos públicos, como no nosso trabalho de telefonia para o setor público.

É a prova de que a trajetória foi coerente. O grupo nunca deixou de ser sobre comunicação empresarial. Só que o significado de comunicar mudou, e ele mudou junto, sempre um passo à frente da tecnologia que o cliente ia precisar.

Vale medir o tamanho do salto. Em 1996, comunicar-se bem era ter linha e não cair a ligação. Em 2026, é ter voz e canais digitais integrados, dado alimentando o sistema de gestão e a chamada chegando identificada no celular do cliente. O mesmo grupo cobre essas duas pontas, a de três décadas atrás e a de hoje, porque foi aprendendo cada camada à medida que ela surgia, sem pular etapa. É o que permite falar a língua do cliente que ainda está no cobre e a do que já quer inteligência artificial no atendimento, na mesma conversa.

 

Origem Verificada: o capítulo que está sendo escrito agora?

Esse é o próximo marco. A autenticação de chamadas, conhecida como Origem Verificada, faz o nome e a identidade da empresa aparecerem na tela de quem recebe a ligação, devolvendo à chamada a confiança que o spam havia tirado.

É quase poético que, 150 anos depois de Bell, o desafio da telefonia volte a ser o mais básico de todos: provar que quem liga é mesmo quem diz ser. A Origem Verificada, baseada no padrão STIR/SHAKEN, resolve isso, e já escrevemos sobre ela no artigo sobre Origem Verificada e STIR/SHAKEN. É um tema tão central para o futuro da comunicação empresarial que vai ganhar, em breve, uma campanha dedicada do grupo.

Esse capítulo diz muito sobre os 30 anos. Em vez de olhar só para trás, o grupo chega à data já trabalhando no que vem depois dela. Aniversário, aqui, é menos sobre o que foi feito e mais sobre continuar fazendo.

 

O que não mudou em 30 anos?

O essencial. A tecnologia virou do avesso, mas a proximidade com o cliente, o atendimento humano e a palavra que se cumpre seguem sendo o centro de tudo. Foi isso que sustentou o grupo em cada virada.

 

A tecnologia muda, a confiança e o atendimento humano permanecem
A tecnologia muda, a confiança e o atendimento humano permanecem

 

Dá para trocar o cobre pela fibra, o telefone de mesa pelo aplicativo, a central física pela nuvem. O que não dá para automatizar é a confiança. O cliente que ligava para resolver um problema em 1996 queria a mesma coisa que quer hoje: ser ouvido, ser atendido por quem entende, e ter certeza de que a empresa do outro lado vai cumprir o combinado.

Essa constância é o que faz um negócio durar três décadas num setor que se reinventa a cada poucos anos. A tecnologia é o meio. A relação com quem confia no grupo é o fim. Trinta anos depois, é essa a parte da história que o Grupo Sigatel faz questão de não deixar mudar.

 

O que vem pelos próximos anos?

Mais do mesmo princípio, com ferramentas novas. Inteligência artificial no atendimento, autenticação de chamadas como padrão, e a comunicação cada vez mais integrada aos sistemas de gestão das empresas. O rumo é claro: comunicação que vira informação e decisão.

O telefone de Bell levou a voz de uma sala para a outra. Hoje a mesma voz, convertida em dado, alimenta o CRM, dispara uma ação, vira um indicador no painel do gestor. A próxima década da comunicação empresarial será sobre transformar cada contato em inteligência. E o grupo chega nela com o que sempre teve: a vontade de estar um passo à frente, com o cliente junto.

Se 30 anos ensinaram algo, foi que a tecnologia é imprevisível, igual Bell descobriu. Ninguém sabe exatamente onde a comunicação vai chegar. Mas dá para escolher com quem fazer essa travessia. E essa, no fim, sempre foi a aposta de quem confia no Grupo Sigatel.

Bell não imaginava a nuvem, o WhatsApp ou a chamada identificada. Daqui a 30 anos, o que hoje parece novo também será história. A diferença está em quem atravessa cada mudança ao lado de quem confia. Foi assim nos últimos 30 anos. É esse o compromisso para os próximos.

 

Perguntas frequentes

Quantos anos tem o Grupo Sigatel?

O grupo completa 30 anos em 2026, contados desde a fundação da Afras, em 1996, em Ponta Grossa. A Sigatel, a operadora de telefonia do grupo, passou a operar com esse nome a partir de 2022.

Qual a diferença entre Afras e Sigatel?

A Afras cuida de equipamentos, instalação e assistência técnica. A Sigatel é a operadora de telefonia, licenciada pela Anatel, que entrega linhas, central em nuvem e serviços sobre a rede. As duas formam o Grupo Sigatel.

A Sigatel tem outorga da Anatel?

Sim. A Sigatel possui outorga para o Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC), com numeração própria, o que a habilita a prestar telefonia fixa empresarial e conduzir portabilidade de números.

O que é a Origem Verificada que o grupo vai trabalhar?

É a autenticação de chamadas, baseada no padrão STIR/SHAKEN, que faz o nome e a identidade da empresa aparecerem na tela de quem recebe a ligação, reduzindo o spam e devolvendo a confiança à chamada. O grupo prepara uma campanha dedicada ao tema.

Onde o Grupo Sigatel atua?

Com sede em Ponta Grossa, no Paraná, o grupo atende empresas no estado e segue em expansão nacional, com clientes e parceiros em diferentes regiões do Brasil.

 

30 anos conectando empresas, e os próximos capítulos ainda por escrever.

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